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Roque da Costa Barreto

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Nasceu em meados do século XVII, em Portugal. De família fidalga, era filho de d. Anna Corte-Real e Nuno Álvares Barreto, que prestara serviços à coroa e recebera uma comenda em Tanger. Foi casado com d. Cecília Maria de Portugal. Começou sua carreira na corte como moço fidalgo e fez carreira militar, tendo prestado serviços na África e na Índia. Participou do processo de consolidação da Restauração portuguesa, tomando parte em importantes combates contra a Espanha. Foi nomeado governador-geral do Estado do Brasil (1677), sendo com isso integrado ao Conselho do rei, cargo em que permaneceu até 1682. Em seu governo realizou expedições ao interior com vistas à expansão territorial e econômica, intensificou a evangelização dos índios, publicando regulamento com esse fim (1768). Enviou expedição para fundação da colônia do Sacramento, na margem esquerda do Rio da Prata, que deu origem a um longo conflito com os espanhóis. Por seus serviços à monarquia portuguesa recebeu mercês e comendas como o hábito da Ordem de Cristo (1664), a comenda de São Martinho do Soeiro do Bispado de Miranda (1665), da Granja do Vimeiro (1666), a de Santo André de Ervedal, além de benefícios pecuniários. Morreu em Vila de Serpa, Portugal, em 1696.

 

Bibliografia
CAMARGO, Angélica Ricci. Governador-geral do Estado do Brasil In: Dicionário da Administração Pública Brasileira do Período Colonial (1500-1822). Disponível em: <https://goo.gl/3S5nsi>. Acesso em: 27 ago. 2016.

COSENTINO, Francisco Carlos. Governadores Gerais do estado do Brasil (Século XVI-XVII). Ofício, regimentos, governação e trajetórias. São Paulo, Annablume, 2009.

VIANNA, Wilmar. “Um mestre de campo general mandado ao governo do Estado do Brasil: a administração de Roque da Costa Barreto”. In: Revista Navigator. Rio de Janeiro, vol 8, n. 16, 2012.
Disponível em: <https://goo.gl/366Ykv>. Acesso em: 20 nov. 2015.

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