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            O mês de junho de 2026 marca os 187 anos de nascimento de Machado de Assis. Nascido em 21 de junho de 1839, no Rio de Janeiro, sede da Corte do Império do Brasil, Joaquim Maria Machado de Assis se notabilizou como jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo. Saiba mais....

   

 

 

Produção

 

 

Publicações

Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, Niterói, Rio de Janeiro
Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, Niterói, Rio de Janeiro

A Seção de Publicações e Biblioteca foi criada pelo decreto n. 7.673, de 18 de novembro de 1909, com a finalidade de imprimir e distribuir as publicações do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, no país e no exterior, junto com outras aquisições destinadas à propaganda agrícola e divulgação de informações e conhecimentos úteis à lavoura, à indústria e ao comércio; reunir e catalogar todos os trabalhos referentes a esses assuntos, procurando manter correspondência e permuta regular com instituições congêneres nacionais e estrangeiras; publicar e disseminar informações, por meio de notas ou notícias fornecidas à imprensa ou pelo boletim; e zelar pela manutenção da biblioteca (Brasil, 1913a, p. 925-928).

As questões relacionadas à agricultura, salvo aquelas pertinentes à produção de café, foram relegadas a um segundo plano no início do período republicano, com a transformação da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas em Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas. Essa mudança mobilizou grupos agrários afastados do centro político em torno da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), com o objetivo de reivindicar o estabelecimento de uma pasta específica para área. No interior desse projeto, figuraram debates em defesa da modernização e da diversificação agrícolas, pautados pela crença na contribuição da ciência para a condução do país rumo ao ‘progresso’ e à ‘civilização’ (Mendonça, 1997, p. 94; 117).

O Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio foi criado em 1906, pelo decreto legislativo n. 1.606, de 29 de dezembro, mas sua instalação foi concretizada apenas três anos mais tarde. Em seus primeiros anos, a pasta buscou implementar algumas das propostas presentes nas discussões que a antecederam e organizou o ensino agronômico ou agrícola, constituiu órgãos de fomento à agricultura e à pecuária, e desenvolveu as instituições de pesquisa científica existentes, que dariam origem a estruturas cada vez mais especializadas. Nesse contexto, a propaganda e a divulgação de conhecimentos práticos e científicos receberam destaque, vistas como meios capazes de difundir novos métodos e técnicas agrícolas, educar os trabalhadores rurais, favorecendo sua transformação em “agricultores modernos”, e divulgar o país e seus produtos no exterior, estimulando o comércio e a atração de mão de obra estrangeira (Ribeiro, 2005, p. 193-194). Além da Seção de Publicações e Bibliotecas, outras repartições desempenhavam essa tarefa de formas variadas, seja por meio do exemplo prático, como nas escolas ou cursos ambulantes, ou da organização de exposições e distribuição de publicações, como realizado pela Comissão de Expansão Econômica do Brasil, que tinha sede em Paris, na França.

O decreto n. 7.673, de 18 de novembro de 1909, determinou que a seção seria composta por um   chefe, dois ajudantes, um bibliotecário, dois auxiliares revisores e um chefe de expedição. Foram definidos, ainda, os procedimentos de trabalho e o funcionamento da biblioteca, que seria franqueada aos funcionários do ministério e a interessados, mediante autorização do diretor. Além disso, foi instituído o Boletim do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, que seria publicado mensal ou quinzenalmente, reunindo os atos expedidos pela pasta; artigos originais elaborados pelo pessoal das repartições técnicas; artigos, notícias e informações extraídas de instituições científicas e outros relativos à propaganda e à divulgação dos conhecimentos destinados à lavoura, à indústria e ao comércio (Brasil, 1913a, p. 925-928). Assim, a despeito do seu caráter oficial, o foco do boletim não se limitava à reprodução dos atos governamentais, buscando contribuir com estudos assim como faziam outras revistas naquele momento de “crescente valorização do conhecimento científico para as atividades agrícolas” (Weltman, 2008, p. 119) e de expansão do ensino especializado, com o estabelecimento de instituições superiores, como a Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, e de escolas em outros níveis, públicas e particulares. Datam dessa época as revistas O Fazendeiro, de 1908, Chácaras e Quintais, de 1909, e A Lavoura, fundada em 1897 pela SNA, que, como o boletim, contavam com a colaboração de cientistas atuantes em órgãos governamentais que, desse modo, ampliavam seu público leitor e legitimavam seu papel social (Weltman, 2008, p. 223).

Em 1910, a seção teve sua denominação alterada para Serviço de Publicações e Biblioteca pelo decreto n. 7.912, de 19 de março. Em 22 de setembro, o decreto n. 8.243 aprovou o novo regulamento do então chamado Serviço de Informações e Biblioteca, ampliando suas atribuições, que passaram a compreender a solicitação de materiais sobre os serviços das repartições, a fim de completar o repositório de informações do ministério; a coleta de dados estatísticos sobre a produção, consumo, mercados internos e externos, estoques de produtos, previsão de colheitas, épocas de safra e outros temas; e o fornecimento de informações requisitadas por instituições oficiais ou por particulares. O mesmo decreto definiu que as publicações seriam distribuídas, de forma gratuita e sistemática, a órgãos públicos, bibliotecas e pessoas interessadas. Previu-se, também, a remessa de exemplares para fora do país, realizada por intermédio da Comissão de Expansão Econômica (Brasil, 1915b, p. 557-561).

No ano seguinte, o decreto n. 9.195, de 9 de dezembro, reorganizou o órgão, denominado de Serviço de Informações e Divulgação, conferindo-lhe novas competências, tais como o estudo de medidas orientadas para o desenvolvimento das relações econômicas do Brasil com outros países e a coleta ou aquisição de produtos para serem remetidos aos comissários do ministério no exterior. Este ato aumentou a estrutura do serviço, que passou a ser composta por um diretor, três ajudantes, um bibliotecário, três auxiliares, um datilógrafo, um encarregado da expedição, um porteiro-contínuo, um guarda da biblioteca e dois serventes (Brasil, 1915c, p. 1.291-1.296).

Em 1915, uma nova organização foi aprovada pelo decreto n. 11.509, de 4 de março, que modificou, mais uma vez, sua denominação para Serviço de Informações. Esse decreto não promoveu alterações significativas, mas acrescentou algumas atribuições referentes à divulgação, como o fornecimento semanal, à imprensa do Rio de Janeiro e de todas as capitais, do resumo telegráfico das cotações e dos estoques dos principais gêneros de importação e exportação, entre outras disposições (Brasil, 1917, p. 784-790).

Inicialmente, o Serviço de Informações enfrentou algumas dificuldades na execução de suas atividades por não possuir uma tipografia própria. Seus trabalhos eram impressos na tipografia da Diretoria-Geral de Estatística, conforme prescrito no decreto n. 7.673, de 1909, e, posteriormente, na Imprensa Nacional, ou mesmo em oficinas particulares, quando as altas demandas das repartições públicas impossibilitavam a realização desses serviços (Brasil, 1920, p. 323). Essa questão foi resolvida em 1924, quando a lei n. 4.793, de 7 de janeiro, anexou ao órgão a oficina que estava a cargo da Comissão de Remodelação do Ensino Profissional Técnico. Nesse período, foram publicados livros, folhetos, mapas e calendários sobre diversos assuntos, e atendidas solicitações de outras estruturas da pasta da Agricultura, Indústria e Comércio. Dentre esses trabalhos podem ser citados Situação da cultura da cana-de-açúcar e da fabricação do açúcar na zona agrícola de Campos e os meios de melhorá-las, de Nicolas Van Gorkun; Plantas têxteis, de Henrich Semler; Manual prático de criação de porcos, de Benjamin Harrinson; Cruzada contra a formiga “saúva”, de Luís de Azevedo Marques; Solução do problema ferroviário brasileiro, de José Joaquim Rodrigues Saldanha; Notas sobre a indústria de óleos vegetais, de J. Bertino M. de Carvalho, A Conferência Internacional do Trabalho, de Costa Pinto; os boletins de meteorologia, do Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil e o do próprio Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio (Brasil, 1912, p. 255; 1913b, p. 239; 1921, p. 431; 1928a, p. 396; 1929a, p. 346-348). Junto com essa produção, o órgão foi responsável pela distribuição gratuita de publicações no Brasil e no exterior, que chegou a mais de 150 mil itens doados somente no ano de 1928 (Brasil, 1929b, p. 380).

A eficácia da ação do ministério na divulgação de ensinamentos agrícolas e dos ‘modernos’ métodos de lavoura por meio dessas publicações parece ter sido questionada na época, devido à presença de altos índices de analfabetismo entre a população rural, como indica a leitura do relatório ministerial de 1920. O então ministro Ildefonso Simões Lopes defendeu, contudo, que o trabalho desenvolvido não se dirigia “ao agricultor, em absoluto, ignorante, a quem nada aproveitaria, e sim (...) aos que administram fazendas, e seus feitores, aos proprietários de estabelecimentos agrícolas e seus prepostos” (Brasil, 1921, p. 435), contrariando as disposições do último regulamento de 1915, que determinou que a difusão se dirigisse a “todas as classes agrícolas, industriais e comerciais” (Brasil, 1917, p. 784-790). Desse modo, era feita uma diferenciação, ficando reservadas aos agricultores “a propaganda oral, exercitada por professores ambulantes e a propaganda com a aplicação prática” (Brasil, 1921, p. 435) realizada nos campos de demonstração, estações experimentais, postos zootécnicos e aprendizados agrícolas, o que evidenciava a abrangência do projeto ministerial construído desde 1909.

Além da organização e distribuição de publicações, o órgão elaborou um arquivo de informações para agilizar as consultas, que cresceram ao longo do tempo, e colaborou com a política do ministério, opinando sobre planos de tratados de comércio propostos pelos governos de vários países e cooperando com as comissões de representação do Brasil em exposições e feiras internacionais (Brasil, 1928b, p. 308).

Apesar de suas atividades darem maior destaque para as questões agrícolas, o Serviço de Publicações foi transferido para o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, criado pelo decreto n. 19.433, de 26 de novembro de 1930, em meio às mudanças ocorridas com a ascensão de Getúlio Vargas, o candidato derrotado nas eleições, à Presidência da República. No entanto, a tipografia e a biblioteca permaneceram na pasta da Agricultura, de acordo com o decreto n. 19.448, de 3 de dezembro do mesmo ano. Em 1931, o decreto n. 19.667, de 4 de fevereiro, extinguiu o Serviço de Informações, passando suas funções para o Departamento Nacional do Comércio.

 

Angélica Ricci Camargo
Jul. 2020

 

Fontes e bibliografia

BRASIL. Decreto n. 7.673, de 18 de novembro de 1909. Cria, no Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, a Seção de Publicações e Biblioteca. Coleção das leis da República dos Estados Unidos do Brasil, Rio de Janeiro, v. 2, p. 925-928, 1913a.

______. Decreto n. 7.912, de 19 de março de 1910. Dá nova denominação à Seção de Publicações e Biblioteca do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio. Coleção das leis da República dos Estados Unidos do Brasil, Rio de Janeiro parte 1, v. 1, p. 339, 1915a.

______. Decreto n. 8.243, de 22 de setembro de 1910. Reorganiza o Serviço de Publicações e Biblioteca do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, dando-lhe nova denominação. Coleção das leis da República dos Estados Unidos do Brasil, Rio de Janeiro parte 1, v. 2, p. 557-561, 1915b.

______. Decreto n. 9.195, de 9 de dezembro de 1911. Reorganiza o Serviço de Informações e Biblioteca, dando-lhe a denominação de Serviço de Informações e Divulgação. Coleção das leis da República dos Estados Unidos do Brasil, Rio de Janeiro, v. 3, p. 1.291-1.296, 1915c.

______. Decreto n. 11.509, de 4 de março de 1915. Reorganiza o Serviço de Informações e Divulgação, dando-lhe nova denominação. Coleção das leis da República dos Estados Unidos do Brasil, Rio de Janeiro, v. 1, p. 784-790, 1917.

______. Fixa a despesa geral da República dos Estados Unidos do Brasil para o exercício de 1924. Coleção das leis da República dos Estados Unidos do Brasil, Rio de Janeiro, v. 1, p. 6-60, 1925.

______. Decreto n. 19.433, de 26 de novembro de 1930. Cria uma secretaria de Estado com a denominação de Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio. Coleção das leis da República dos Estados Unidos do Brasil, Rio de Janeiro, v. 2, p. 40-41, 1931.

______. Decreto n. 19.448, de 3 de dezembro de 1930. Dá nova denominação ao Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio; estabelece normas para o funcionamento dos serviços sob sua jurisdição, até que sejam remodelados os regulamentos atuais; e adota medidas tendentes à simplificação dos serviços burocráticos nesse ministério. Coleção das leis da República dos Estados Unidos do Brasil, Rio de Janeiro, v. 2, p. 58-60, 1931.

______. Decreto n. 19.667, de 4 de fevereiro de 1931. Organiza o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio. Diário Oficial da República dos Estados Unidos do Brasil. Poder Executivo, Rio de Janeiro, 7 fev. 1931. Seção 1, p. 1.875-1.876.

______. Relatório apresentado ao presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo ministro de Estado da Agricultura, Indústria, Comércio dr. Pedro de Toledo em 1912, v. 1. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1912. Disponível em: https://bit.ly/3194NF8. Acesso em: 30 jul. 2020.

______. Relatório apresentado ao presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo ministro de Estado da Agricultura, Indústria, Comércio dr. Pedro de Toledo em 1913, v. 1. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1913b. Disponível em: https://bit.ly/3jRXGt4. Acesso em: 30 jul. 2020.

______. Relatório apresentado ao presidente da República pelo ministro de Estado dos Negócios da Agricultura, Indústria, Comércio Ildefonso Simões Lopes. Rio de Janeiro: Papelaria e Tipografia Villas Boas & C., 1920. Disponível em: https://bit.ly/2Xbf56l. Acesso em: 30 jul. 2020. 

______. Relatório apresentado ao presidente da República pelo ministro de Estado dos Negócios da Agricultura, Indústria, Comércio Ildefonso Simões Lopes. Rio de Janeiro: Papelaria e Tipografia Villas Boas & C., 1921. Disponível em: https://bit.ly/3jSYPk5. Acesso em: 30 jul. 2020. 

______. Relatório apresentado ao presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo ministro de Estado da Agricultura, Indústria, Comércio Miguel Calmon Du Pin e Almeida em 1924. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1928a. Disponível em: https://bit.ly/2DpoqjJ. Acesso em: 30 jul. 2020.

______. Relatório apresentado ao presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo ministro de Estado da Agricultura, Indústria, Comércio Geminiano Lyra Castro em 1926. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1928b. Disponível em: https://bit.ly/3qAUpDY. Acesso em: 30 jul. 2020.

______. Relatório apresentado ao presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo ministro de Estado da Agricultura, Indústria, Comércio Geminiano Lyra Castro em 1927. Rio de Janeiro: Tipografia do Serviço de Informações do Ministério da Agricultura, 1929a. Disponível em: https://bit.ly/3fi0DQ2. Acesso em: 30 jul. 2020.

______. Relatório apresentado ao presidente da República dos Estados Unidos do Brasil pelo ministro de Estado da Agricultura, Indústria, Comércio Geminiano Lyra Castro em 1928. Rio de Janeiro: Tipografia do Serviço de Informações do Ministério da Agricultura, 1929b. Disponível em:  https://bit.ly/2P6vCUC. Acesso em: 30 jul. 2020.

MELLO, Vanessa Pereira da Silva e. A Sociedade Nacional de Agricultura em revista: divulgação científica e uso racional da natureza em A Lavoura (1897-1926). Revista Brasileira de História da Ciência, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, p. 118-130, jan./ jun. 2012. Disponível em: https://bit.ly/3fenkVp. Acesso em: 30 jul. 2020.

MENDONÇA, Sônia Regina. O ruralismo brasileiro (1888-1931). São Paulo: Hucitec, 1997.

RIBEIRO, Rafael Winter. A invenção da diversidade: construção do Estado e diversificação territorial no Brasil (1889-1930). Tese (Doutorado em Geografia) – Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, 2005. Disponível em: https://bit.ly/34QWfbe. Acesso em: 30 jul. 2020.

WELTMAN, Wanda Latmann. A educação do Jeca: ciência, divulgação científica e agropecuária na revista Chácaras e Quintais (1909-1948). Tese (Doutorado em História das Ciências e da Saúde) – Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, RJ, 2008. Disponível em:https://bit.ly/3fCXuwZ. Acesso em: 30 jul. 2020.

 

Documentos sobre este órgão podem ser encontrados no seguinte fundo do Arquivo Nacional

BR_RJANRIO_23 Decretos do Executivo - Período Republicano

 

Referência da Imagem

Arthur Torres Filho. O ensino agrícola no Brasil, seu estado atual e a necessidade de sua reforma. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1926. Arquivo Nacional, ACG 12054

Notícias e Eventos

O 1º Encontro Internacional de Análise de Políticas Públicas e Sociais, promovido pelos Laboratório de Análise de Políticas Públicas e Sociais (LabSocial) e Laboratório de Antropologia Contemporânea (LAC), do Centro de Pesquisa e Documentação da História Contemporânea do Brasil, da Fundação Getúlio Vargas, ocorrerá em 04 de agosto de 2026, no Rio de Janeiro/RJ. Os temas selecionados para a 1ª edição do Encontro são políticas de assistência social, de economia solidária, projetos sociais e questões relacionadas ao campo da saúde pública pela ótica das ciências sociais e humanas. Informações sobre o evento no endereço: https://shre.ink/7DOc .